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  • Foto do escritorAntenor Leal

ROTARY, PARA ONDE VAMOS?

Há mais de cinquenta anos, quando entrei no Rotary Club Leste, de Fortaleza, saí para jantar com amigos para comemorar fato tão importante para minha vida profissional.

Faço esta digressão para analisar o momento no qual a nossa Instituição está e o que a separa do futuro. A redução flagrante do número de Companheiros, por várias causas, resulta numa curva preocupante, que nos obriga a repensar ROTARY.


Tenho, apenas intuitivamente, um raciocínio (que noto dividido com muita gente) da necessidade de elaborar planos, projetos e simulações para servir de base a um estudo mais profundo da nossa realidade.


É fato notório que as instituições tipo ROTARY, ou mesmo de natureza profissional, precisam de contínuo esforço para modernizar seus procedimentos, oferecer oportunidades, criar fatos novos e estimulantes para manter sua integridade.


Programas como bolsas de estudo, intercâmbio de jovens, poderiam abrir caminhos para que a sociedade nos conheça mais. Somos uma entidade mundial, mas pouco conhecida no meu quarteirão. Somos responsáveis pelo maior movimento de natureza privada no mundo através da vacinação contra a paralisia infantil. Mas só quem sabe disto, somos nós.


Um programa organizado por profissionais para elaborar um Planejamento Estratégico, mesmo que apenas para o Copacabana, poderia se transformar numa onda positiva para todos.




Cp. Antenor Leal

Rotary Club de Copacabana

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