
Banco Solidário de Órteses para Pé Torto Congênito
Não estamos formando estoque.
Estamos formando continuidade.
Desde 2024, mais de 180 crianças já foram atendidas no Rio de Janeiro por uma rede que ajuda famílias a dar continuidade ao tratamento do pé torto congênito.
Agora, o Rotary Club de Copacabana quer ampliar esse trabalho.
Nossa primeira meta é captar R$ 25 mil para recompor o Banco Solidário de Órteses, ampliar a disponibilidade de diferentes tamanhos e manter os equipamentos em circulação.
Um projeto que já está em movimento
+180
crianças atendidas no Rio de Janeiro desde 2024
R$25 mil
meta desta primeira fase da campanha
R$700
custo médio atual de cada par de órteses
R$150/ano
manutenção média estimada por par

Uma órtese é parte do tratamento.
Mas não é a única parte que precisa funcionar.
Para muitas famílias, receber a indicação médica é apenas o começo.
O acesso à órtese, sua disponibilidade no tamanho adequado, a manutenção do equipamento e até o deslocamento necessário para buscá-lo ou devolvê-lo podem se transformar em obstáculos à continuidade do tratamento.
O Banco Solidário de Órteses existe para ajudar a reduzir essas barreiras.
A iniciativa atende prioritariamente crianças de famílias em situação de vulnerabilidade social e também pode acolher situações em que dificuldades financeiras temporárias comprometam o acesso ao equipamento.
Os casos chegam ao projeto por meio de médicos de hospitais públicos.
Como funciona o Banco Solidário de Órteses
Encaminhamento
As famílias chegam ao projeto por meio do encaminhamento de médicos de hospitais públicos.
Disponibilidade
A equipe verifica a disponibilidade da órtese necessária entre os tamanhos existentes no Banco.
Empréstimo
Quando disponível e adequada ao caso encaminhado, a órtese é disponibilizada à família durante o período necessário.
Retorno ao Banco
Quando possível, o equipamento retorna ao projeto após o período de utilização.
Manutenção e nova utilização
As órteses em condições de uso podem retornar ao Banco e voltar a atender outra criança
Um mesmo recurso pode continuar servindo.
É essa lógica de circulação que transforma uma aquisição pontual em um patrimônio social capaz de permanecer útil ao longo do tempo.
Uma rede construída por muitos caminhos
O trabalho de apoio às crianças com pé torto congênito no Brasil é resultado de uma construção coletiva entre médicos, Rotary Clubs e instituições comprometidas com a ampliação do acesso ao tratamento.
Entre os nomes centrais dessa trajetória está a Dra. Mônica Nogueira, médica ortopedista e associada do Rotary Club de São Paulo – Sudeste, que teve papel importante na disseminação do Método Ponseti no país e na capacitação de ortopedistas pediátricos.
O projeto inicial e seu subsídio global também envolveram o Rotary Club de Santo André, com profissionais como a Dra. Tatiana Guerschman e o Dr. Regis Assad, além do Rotary Club Sudeste de São Carlos, fortalecendo uma rede voltada ao tratamento do pé torto congênito e à estruturação de bancos de órteses.
Nesse processo, o Dr. Ricardo de Castro passou a ter atuação relevante na expansão do projeto e no fortalecimento dos Bancos Solidários de Órteses, contribuindo para aproximar a rede médica, os Rotary Clubs e as famílias atendidas.
Com a ampliação das clínicas e da capacitação médica, tornou-se evidente outro desafio: muitas famílias ainda não conseguiam arcar com as órteses necessárias para a continuidade do tratamento.
Foi nesse contexto que os Bancos Solidários de Órteses ganharam força, ampliando o acesso aos equipamentos e mantendo-os em circulação sempre que possível.
No Rio de Janeiro, o Rotary Club de Copacabana integra essa rede por meio de sua atuação local, que já beneficiou mais de 180 crianças desde 2024.
A campanha apresentada nesta página refere-se especificamente à atuação do Rotary Club de Copacabana, mas faz parte de uma trajetória nacional construída ao longo dos anos por diferentes clubes, médicos e parceiros.

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